quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
A força das palavras? O poder da mente?
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Caio x dança do ventre
Ontem eu e duas alunas/amigas fizemos uma performance, para a qual fomos contratadas, na festa de final de ano do Hotel James Cook, aqui em Wellington. O tema da festa, embora eles a chamem de “Christmas Party”, era “Arabian Nights”. Nos pediram meia hora de show, o que é um monte (“private functions” normalmente pedem 15-20 minutos!). Organizamos um apresentação variada, mostrando diversos estilos e diferentes acessórios – véu, taças, snujs – da dança do ventre.
Ao final, a ideia era a gente sair dançando no meio do público e interagir com a mulherada, que inclusive estava vestida com roupas de bellydance, ensinar alguns passinhos, provocá-las a dançar. Essa parte pra mim é o maior desafio! As pessoas não se sentem à vontade pra tentar algo novo, sobretudo num ambiente onde os convidados vinham de diferentes empresas (clientes do hotel) e não se conheciam todos entre si. Não sei se foi por isso ou não, mas quando eu me aproximava de um grupinho e fazia a proposta, sem precisar necessariamente falar, mas com gestos e olhar, elas começavam a me perguntar da gravidez! “Tás de quanto tempo? O bebê gosta de dançar? Sabe se é menino ou menina? Congratulations!!” Ou seja, mal consegui fazer uma menina dançar (que já tinha feito dança do ventre na Alemanha, me disse), isso depois de ela ter feito as usuais perguntas!
Constatei mais uma vez que existe uma “comunidade tácita” de mulheres-mães (digo isso porque acho incrível como as mães se ajudam, passando roupinhas, acessórios, sendo solidárias umas com as outras), que sempre se interessam pelo assunto da gravidez e filhos, e pra quem esse tema vai de fato chamar mais a atenção, seja lá o que for que também esteja presente na situação!
Tanta dedicação à performance, ensaios, planejamento... e foi o Caio que se destacou, pode?!!
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Mexe, mexe
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Chá de bebê n. 1

Neste domingo foi meu primeiro chá de bebê! Digo primeiro porque, aproveitando que a Traysi, professora de dança do ventre com quem eu trabalho, também está grávida, resolvemos fazer juntas um chá de bebê para as meninas da dança. Em janeiro devo fazer mais um, pras outras amigas, e ainda um virtual (mas real) pra galera do Brasil, na casa da mãe!
Bom, primeiro tenho que dizer que eu acho meio doido como os chás de bebês são feitos hoje em dia, tanto no Brasil quanto na Nova Zelândia. Antes, a futura mamãe oferecia um lanche pras amigas que, em troca (assim eu entendo), traziam presentinhos pro bebê. Hoje, pede-se às convidadas que tragam não só um presente, mas a comida e bebida também! Eu sei que é o costume e que (quase) todo mundo faz assim, mas eu acho esse costume meio “escalão” demais (no sentido de “se escalar” nas pessoas, gíria da minha adolescência, hehe). Fora que cada um trazendo um prato de comida, fica aquela comidarada toda sobrando ao final... Em princípio, não é muito a minha praia, tanto que quando organizei o chá de bebê da Dani, contei com a ajuda da família apenas (mãe, irmã, sogra) e não pedi às outras convidadas pra trazerem comida. Foi na minha casa; me senti melhor assim!
Uma coisa que é de praxe hoje e que eu acho legal é ter uma outra pessoa organizando o chá pra ti. No nosso caso, meu e da Traysi, foi a Nikki, umas das minhas maiores parceiras de dança por aqui.
Como éramos duas mães homenageadas, eu já estava até com pena das meninas – comida, bebida, dois presentes... haja dinheiro!! Eu cheguei a comentar com a Nikki e a Traysi do meu ponto de vista, e a Nikki então deixou as pessoas bem à vontade pra trazerem comida juntas (digo, não um prato cada uma). Ainda assim, sobrou um monte!
Quanto à questão dos dois presentes, também foi dada opção: pra quem preferisse, haveria dois “wishing wells”, um pra cada uma, com envelopes disponíveis, em que as meninas poderiam contribuir com qualquer quantia em dinheiro, e assim nós escolheríamos o que comprar! Isso é muito bom – recebi envelopes com desde $5 até $50. Com o total já comprei uma cômoda pro quarto do Caio, e ainda sobrou pro trocador, pra colocar em cima da cômoda!
Aliás, o bom é justamente dar a opção, pois também adorei os presentes que ganhei – exatamente coisas que eu não tinha! Brinquedinhos pro Caio, xampu, sabonete, creme, óleo...uma beleza!
A gente resolveu não fazer jogos e brincadeiras. Foi uma opção da Traysi que não me incomodou em nada. Passamos uma tarde de sol superagradável, conversando, comendo, brincando com as crianças, com o cachorro, batendo fotos!
Mesmo tendo muitas meninas da dança que não foram, cheguei em casa cheia de sacolas, com comida e dinheiro no bolso! O De, ao ver tudo, falou: “Uhuuu, ainda bem que é só o primeiro!” J