segunda-feira, 4 de junho de 2012

Sleep well!


Bom, como o último post deu azo a uma ótima conversa sobre o sono dos bebês e técnicas para ensiná-los a dormir, resolvi desenvolver mais o assunto num post só sobre isso.

Calhou de eu ter ido quinta passada numa “sleep talk” com uma especialista em sono e hábitos de dormir de bebês. Além disso, li de novo o capítulo sobre o tema do livro “Os segredos de uma encantadora de bebês”, da Tracy Hogg, que eu sinceramente acho o melhor livro sobre bebês que existe (tá bom, não li tantos assim...!)! Sigo várias dicas dela – que argumenta muito bem pra tudo o que ela sugere mas ainda mantém uma certa flexibilidade – e estou bem feliz com a rotina e hábitos que eu e Caio estabelecemos.

Até dormir, que se tornou um desafio por uma ou duas semanas, como eu comentei no último post, rapidinho ficou fácil de novo!

Eu expliquei que à noitinha colocava o Caio na cama dele acordado e ele dormia sozinho. E que nas dormidas diurnas, depois de eu acalmá-lo no colo, com as palminhas na bunda e cantando uma musiquinha, quando ia colocá-lo no berço – ele ainda acordado – ele despertava legal.

Pois eu confirmei, tanto no livro quando no talk, que acalmá-lo antes não é um problema. Ao contrário, pode até ser bom ter essa rotina pras situações em que o bebê vai dormir fora de casa, em viagens ou na casa dos avós. Afinal essa é uma “rotina portátil”! O meu erro era que eu estava demorando demais pra colocar o Caio na cama; estava fazendo isso quando ele estava quase dormindo demais, se é que vocês me entendem! Agora sou mais rápida nesse processo – apenas o aconchego rapidamente no colo e explico pra ele que é hora de dormir – , e se acho que ele já está relativamente calmo, nem o faço. Ponho ele direto na caminha, às vezes canto, às vezes não, e digo que vai ser bom pra ele dormir, que ele vai acordar se sentindo melhor, revigorado, etc., etc. Sempre mando o mesmo discurso (sugestão da encantadora de bebês). Tem funcionado muito bem! Ele reclama um pouco, mas dorme sozinho, o que tem acontecido cada vez em menos tempo!

Outra mudança que eu fiz, esta sugerida pela especialista neozelandesa e na mesma semana pela minha chefe, mãe de três filhos, foi enrolar o Caio num cueiro também antes das sonecas diurnas (na da noite eu já fazia isso. Aliás, enrolo mas sem prender os bracinhos). Como o Caio aprendeu a tirar o bico da boca com a mão, mas não sabe ainda por de volta, resolvi tentar prendendo os bracinhos, só que de leve, de forma que se ele quiser ele consiga tirar (o que de fato acontece quando ele acorda – ao chegar no berço para pegá-lo, ele já está com os bracinhos pra fora). Aqui o pessoal coloca os braços do bebê pra dentro do wrapping na boa; eu é que fico meio assim. O fato é que superfuncionou! Inclusive Caio dorme mais rápido quando os bracinhos estão pra dentro, tenho que admitir.

Eu tentei baixar o livro Nana Nenê, sugerido a mim por muita gente, mas não consegui. Pelo que eu vi, tem bastante coisa em comum entre as sugestões desse livro e as do livro da encantadora de bebês (por exemplo, a rotina “comer, brincar e dormir”, que eu sigo. Não com horários rígidos estabelecidos, mas sim a ordem dos acontecimentos). Cheguei a ler críticas contra o método de deixar chorar (que eu sou contra, e não conseguiria fazer; talvez por no máximo uns minutinhos), mas não tenho certeza se este método é sugerido pelo Nana Nenê. De qualquer forma, eu sei que minhas amigas que seguiram o método do livro voltavam ao quarto do bebê para assegurá-lo de que estava tudo bem (e dar o bico, se fosse o caso), o que eu acho fundamental.

Alguém mencionou pra mim esses dias uma pesquisa feita com bebês que eram deixados chorando até dormir (choravam, por exemplo, 40 minutos na primeira noite, depois 20 minutos, depois já nem choravam mais). Descobriu-se que mesmo quando eles já não choravam mais, os batimentos de seu coração estavam disparados, tamanho o stress e a  ansiedade que deixar chorar causa neles. [Foste tu quem me contou, Cris?]

Enfim, eu sei que as concepções do que é certo ou errado vivem mudando. Cabe a nós, mamães, nos informarmos bem e fazermos nossas escolhas, seguirmos nossos instintos. Eu tenho seguido o meu e tem dado certo!

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Milestone: três meses!


Caio completou três meses na semana passada. Aí várias pessoas me disseram: “Que bom, acabou a fase mais difícil!” E me pus a pensar... não sei se concordo com isso. Explico.

O primeiro mês sim eu acho que é mais difícil. Mas o segundo e o terceiro mês foram tranquilos! Depois que meus hormônios voltaram ao normal e que eu passei a entender a comunicação do Caio, as coisas ficaram harmoniosas, criamos juntos uma rotina! E quando eu noto já de agora as mudanças no Caio, os meses que estão por vir parecem mais desafiadores.

Por exemplo, ele se mexe muito mais pra trocar a fralda. Por sorte, por enquanto, quando eu coloco minha mão numa certa posição segurando a fraldinha justo antes de fechar, ele relaxa as pernas e facilita pra mim. Mas até quando?

Ele está muito mais ligado no que acontece ao seu redor. Está mais sensível aos barulhos e acorda mais facilmente.

Ele sabe bem quando estamos sentados ou de pé com ele no colo, e está começando a reclamar se a gente não levanta, pode?

Antes de colocá-lo pra dormir, normalmente eu gosto de acalmá-lo no colo (o que leva um ou dois minutos), sentada na poltrona e sem chacoalhar, só dando aqueles tapinhas na bundinha (ai, como soa mal em Português; patting, em inglês, soa bem melhor!) e cantando “Se essa rua fosse minha”, sempre essa música (parênteses: o De diz que quando o Caio souber falar ele vai dizer: “Pô, mãe, compra essa rua de uma vez! Ladrilha isso logo!” hehe). Aí antes de ele dormir realmente, eu o coloco no berço pra que ele se dê conta de que está indo pro berço e não se assuste quando se acordar, e se sinta seguro na sua caminha, etc. Faz uma semana que o procedimento não está tão “mumu” assim! Tem vezes que justamente na hora de ir pro berço Caio desperta legal! E aí dá-lhe carinho no rosto e muito shhh shhhh shhhhh pra ele voltar a dormir sem que eu tenha que pegá-lo no colo de novo.

Mesmo de madrugada, ele não está voltando a dormir tão imediatamente, leva às vezes 10 ou 15 minutos, às vezes meia hora, ele no bercinho do lado da minha cama, cuspindo a chupeta fora e ficando inquieto, e eu dando o bico pra ele de novo, várias vezes, esticando meu braço pra dentro da cama dele (ainda bem que meu braço comprido alcança o bico e no tato eu acho a sua boquinha! J ). O que eu tentei nas últimas noites que deu certo foi não trocar a fralda nessa mamada da madrugada. E funcionou! Aí ele não desperta tanto e volta a dormir rapidinho. Ufa!

Na vacinação dos três meses, ele se abalou muito mais do que na de seis semanas; ficou carentinho durante o resto do dia, só queria colo e atenção. Não esqueceu com facilidade a dorzinha da picada.

Enfim, com certeza eu me empolgo com o que está por vir. É muito bom ver o Caio mais ligadinho, mais ciente de tudo. Mas se essa fase é mais fácil do que a fase que passou, isso eu não sei! O que vocês acham, mamães?

domingo, 20 de maio de 2012

ANTES & DEPOIS


Faz só três meses que o Caio nasceu e, olhando para dentro de mim, vejo que já mudei tanto!


Antes
Se o computador estragasse, eu ficava louca, mal-humorada, reclamava...

Depois
Hoje nem me abalo. É só o computador com meus arquivos pessoais!

Antes
Ao começar o dia, eu planejava o que desejava fazer, e ao final do dia normalmente tinha executado todo o planejamento.

Depois
Hoje mal e mal planejo, me atenho ao essencial, e se não cumpro tudo o que pensei, tudo bem. Tem amanhã e depois pra terminar as tarefas!

Antes
Eu via bastante televisão, principalmente à noite. Acompanhava vários programas e não perdia o jornal.

Depois
Se vejo meia hora de televisão por dia é muito. Jornal então... já nem sei o que acontece ao meu redor (shame on me...!). O único programa que me dou ao luxo de acompanhar é American Idol – adoro essas competições de canto e acho que mereço esse prazer!

Antes
Quando começava uma tarefa – fazer a cama, colocar a louça na máquina, estender a roupa – eu levava até o fim.

Depois
Muitas tarefas interrompidas, e já nem me incomodo com isso!

Antes
Eu sempre sabia de certeza onde estavam as coisas – na terceira gaveta, no armário de cima, no banheiro, na cozinha...

Depois
Agora fico na dúvida de onde estão as coisas, demoro pra lembrar, ou me esqueço mesmo!

Antes
Impaciência era o meu sobrenome! Queria tudo pra ontem!

Depois
Qual o problema de esperar por aquilo que nem é tão importante assim?


sexta-feira, 4 de maio de 2012

O mistério da lâmpada


Caio agora deu pra, no meio da madrugada quando ele acorda pra mamar, ficar olhando pra lâmpada – apagada e sem graça, diga-se de passagem – e rindo, assim sozinho.

Ui, que medaaaaa! O que será que ele enxerga?! J

O De diz que ele pensa que é uma chupeta gigante! Pode até ser... que parece, parece!

Dá uma conferida!


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Homenagem


Minha mãe acaba de ir embora, depois de três meses aqui.
Ela foi tão fundamental, assumiu tantas funções, foi uma companhia tão boa pra gente no começo da nossa aventura pelos caminhos da paternidade/maternidade, que a gratidão não cabe numa palavra, num presente, sequer num post; quiça caiba num abraço apertado (eu adoro abraços apertados e os acho imensuráveis!).

Maria Tereza nesse tempo foi:
  • mãe: cuidou de mim como só uma mãe sabe cuidar; até fruta no café da manhã ela partia pra mim!
  • avó: quantos colinhos gostosos Caio ganhou, quanto beijo, quanta palavra de carinho, quanto cuidado!
  • amiga: os cafés da tarde que compartilhamos, conversas, passeios ao centrinho do bairro e ao market de domingo, American Idol toda sexta à noite, teatro!
  • babysitter: ficava com o Caio para eu ir na aula de dança, para eu sair com o De, para eu poder tomar um banho demorado...
  • cozinheira: assumiu total a cozinha, com pratos variados, saudáveis e deliciosos. Inclusive ia no supermercado! Não faltava nem bolo pro café da tarde, nem sobremesa. E até uma comidinha congelada ela deixou pra gente!
  • lavadeira/passadeira: as toalhas aqui de casa nunca ficaram tão branquinhas como agora, as roupinhas do Caio tão macias, os lençóis e as camisas do De tão bem passados...
  • faxineira: superfaxinas (nós duas juntas) no quarto do Caio, em detalhes da casa, no quarto dela, no nosso quarto até!
  • governanta: equipou a casa – hoje temos espanador de pele de ovelha, tesoura para partir temperos, temos novos temperos, novos pirex, nova tábua de passar roupa, novos potinhos, novas bacias, etc.
  • professora: me ensinou seus truques para tirar manchas, seus truques na cozinha, seus truques de limpeza...
  • consultora para assuntos gerais: “mãe, tu achas que essa roupinha é suficiente pro Caio hoje?”, “o que tu achas desse carrinho?”; “guardo ou dou essa peça de roupa?”...

Quem conseguiria assumir tantos papéis a não ser quem é mãe?

E com o equilíbrio que lhe é peculiar, MT ainda fazia tempo para si, tanto para lazer (grupo de meditação e aulas de hidroginástica) quanto trabalho (fez algumas revisões de Português).

Mãe, tua presença nos deixa tranquilos, seguros, alegres! Este post é uma homenagem singela se comparada ao tamanho da falta que já sentimos de ti.

Se eu for metade da MÃE que tu és, já serei uma mãe feliz!

Obrigada por estar na nossa vida! Obrigada por tudo!

segunda-feira, 9 de abril de 2012

O PRAZER

Depois do impacto, o prazer.

Tudo começou com o primeiro sorriso, no meio da madrugada. Olhou pra mim depois de mamar e sorriu, assim, conscientemente. Coincidiu de o De estar acordado neste momento e presenciar tudo. Então, tenho testemunha; não é coisa da minha imaginação!

A partir daí, Caio começou a responder pra gente com seu sorrisinho encantador! Nessa primeira semana, era só pela manhã. Hoje, não importa o momento do dia!

Acho que os primeiros sorrisos acontecem justo quando o que causa o impacto começa a virar rotina, quando aquele primeiro mês de convivência já te permite conhecer melhor o teu bebê, entender seus choros, suas necessidades, o modo como ele se comunica, enfim!

E aí acontece a transformação! A maternidade vira um prazer que cresce a cada dia! Eu adoro tudo com o Caio: dar de mamar, banho, brincar, pegar ele no colo, colocar pra dormir, até trocar fralda!! Ele está tão fofo que eu só agradeço ter esse bebê 24 horas por dia comigo! E encho ele de beijo e de cheiro, de abraço e de carinho!

Nas primeiras semanas, algumas pessoas falavam ou escreviam pra mim sobre o quanto era bom ser mãe. Na época eu não sentia isso, não sabia o que responder. Hoje eu digo “sim, é bom demais!”

domingo, 25 de março de 2012

O IMPACTO


Ontem a Traysi veio aqui em casa e nós conversamos sobre o impacto que é ter o primeiro filho.

Apesar de eu achar que ainda tenho momentos em que estou sob os efeitos desse impacto, já dá pra falar – escrever – sobre isso.

As duas primeiras semanas de vida do Caio não foram fáceis pra mim. Pra começar, a reviravolta hormonal me abatia todo o fim de tarde. Me dava um “blues”, uma vontade de chorar, às vezes uma tristeza – dá pra acreditar? –, parecia que nada fazia sentido, nem o presente, nem o futuro... me dava medo do porvir, medo da minha mãe ir embora, medo de tudo enfim... tudo ao mesmo tempo agora. Essa foi sem dúvida a pior parte dessas duas semanas, pois os desafios tomavam um dimensão ainda maior do que tinham em realidade. Quando Caio completou duas semanas de vida, isso passou, thank God.

Outra coisa que eu acho que é mais difícil para as “control freaks”, como eu me considero, é o fato de repentinamente não teres mais controle sobre a tua vida. Tua rotina muda de uma hora pra outra e, como disse a Traysi, há um choque! Por mais que as amigas te falem da mudança de vida, etc., só quando passas por isso é que entendes o impacto que um filho causa. E mesmo eu, tão maternal, tão louca por criança a vida toda, tão certa desde pequena que queria ter filhos, fui bombardeada por esse acontecimento que eu conscientemente escolhi pra minha vida.

Para agravar, pra mim é extremamente desafiante não ter certeza das coisas. Tudo começa com: será que é fome?, será que é cólica?, será que ele precisa arrotar? E termina com: hummm, acho que era fome mesmo, acho que foi uma colicazinha, acho que era a fralda suja causando o desconforto, acho que ele só queria mudar de ambiente. Só no “acho”, nunca no “tenho certeza”. Esse “jogo de adivinhação” é (era) quase uma tortura pra mim (aos poucos tô tendo que me acostumar com uma vida sem certezas, ao menos enquanto Caio ainda não sabe me dizer qual é o problema).

Tudo isso, pois, foi parte do meu choque. A parte prática em si foi tranquila – não tive problema ou insegurança pra trocar fralda, vestir, dar banho ou mesmo dar de mamar (apenas um dia senti dor). Parecia que tinha feito essas coisas a minha vida toda (teria sido o “treinamento”com meu afilhado?). Mas emocionalmente fui pega de surpresa. Eis abaixo algumas coisas que se passavam pela minha cabeça nesse primeiro mês:

- quando sabia de alguém que tinha engravidado ou que tinha tido filho: “ai, coitada, vai passar por essas terríveis primeiras semanas...”

- “eu entendo quem escolhe não ter filhos, não passar por essa mudança de vida chocante”

- “admiro quem tem gêmeos – imagina o trampo que não é?”

- “admiro quem tem a coragem de ter mais de dois filhos. O máximo que eu consigo é passar por isso duas vezes”

-“todo mundo diz que ter filhos é a melhor coisa do mundo. Ainda não senti isso, só sei do trampo e do impacto que é”

Pouco a pouco (outro desafio pra quem é impaciente como eu – só no “pouco a pouco”) as coisas estão melhorando, claro. Já começo a entender meu filhinho, apesar de que desconfio das certezas. Ele já sorri pra mim, e a partir daí comecei a sentir mais prazer em toda essa nova situação. Não que eu já não amasse Caio – sinto amor por ele em mim desde a gravidez, e tudo o que eu quero sempre é que ele esteja bem! Mas o prazer e a paixão por esse bebê muito fofo têm se desenvolvido no dia a dia. Hoje penso nos filhos das minhas primas e amigas. Quando eu estava com eles e chegava a hora de dar tchau, eu sempre pensava que não tinha gastado ainda toda a minha vontade de estar com ele/a. Agora, tenho o meu bebezinho! Não preciso dar tchau pra ele! E isso já me deixa feliz!

Posfácio

Comecei a escrever este post no sábado e terminei no domingo. Nesse meio tempo, me separei do Caio pela primeira vez. Dei uma aula de dança do ventre numa despedida de solteira. Fiquei ao todo 2h25min longe de casa. Decarlos ficou com o Caio.

Quando eu caminhava do carro até o estúdio de dança, me senti diferente. Já não era mais a mesma Dulce que fez esse caminho tantas vezes. Eu já não era mais aquele “indivíduo individual”, livre, que pode fazer o que quiser quando quiser. Alguém dependente de mim me fazia menos independente – não é curioso? Agora eu sou mãe. Foi um sentimento estranho durante aquela caminhada.

Duas horas depois, eu voltava pro carro pelo mesmo caminho. A aula de dança me fez muuuuuito bem. Incrível como a maternidade faz algumas coisas perderem o sentido, outras ganharem, e outras ainda mudarem de sentido. Ter feito uma atividade totalmente minha me deu o “feeling” de que nem tudo estava perdido, de que parte da “velha Dulce” ainda ia se manter, de que eu ainda conseguiria ser eu mesma – the same old me – em algumas situações. Isso foi tão importante pra mim que cheguei a ter lágrimas nos olhos.

Ahhhh, esse turbilhão de emoções...!